Prefeitura de Conquista implanta sistema próprio de marcação de consultas e exames
Com o objetivo de agilizar o atendimento aos usuários do SUS no município, a Prefeitura de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, está implementando um novo sistema de marcação de consultas e exames na Central de Regulação de Procedimentos e Exames Especializados (CRPEE). A nova plataforma – desenvolvida pelo Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI), juntamente com a Central de Marcação de Consultas – vem para modernizar e agilizar os processos de marcação de consultas da população. A capacitação de marcadores e prestadores que atuarão na marcação do sistema, ocorreu na quarta-feira (14), no Auditório da Secretária Municipal de Saúde.
Após um ano e meio de desenvolvimento, o novo programa foi apresentado pela equipe do NTI aos profissionais que irão trabalhar diretamente com a plataforma durante a capacitação, mostrando o passo a passo de manuseio. “Como temos muitos usuários, 90% deles são da parte de marcação, o treinamento demoraria mais tempo, então a gente procurou criar um programa semelhante ao anterior para que a mudança pudesse ser feita também com menos dificuldade”, explica Francisco Heráclito, gerente do Sistema de Regulação.
A mudança também chegou para diminuir o número de ausências. A partir agora, as trocas de consultas poderão ser feitas de forma mais rápida. Se um paciente marcou uma consulta ou exame na sua unidade de origem, por exemplo, e caso não possa comparecer, com menos de 24 horas ele poderá devolver a consulta para o sistema e a vaga será remanejada para outro paciente no mesmo horário.
Atualmente, a Central de Marcação atende 19 municípios vinculados a Vitória da Conquista e mais outros 68 municípios por abrangência. “A gestão avaliou que o programa usado até então não atendia todas as necessidades, ntão, desde o início, pensamos em colocar um programa que atendesse a população, uma vez que a gente tem hoje todas as unidades da zona urbana descentralizadas e quatro unidades da zona rural, além de pensarmos também nos municípios pactuados que funcionam interligados a esse mesmo programa que é o Central Saúde, que gera um custo alto para a Prefeitura”, explica Maria Aparecida Rodrigues, coordenadora da Central de Marcação.




