Eleição 2024 em Conquista | E essa história de candidato(a) a vice-prefeito(a)? Fica para março ou já passa da hora?

Eleição 2024 em Conquista | E essa história de candidato(a) a vice-prefeito(a)? Fica para março ou já passa da hora?

Por ordem alfabética, já foram ventilados os nomes das seguintes pessoas como possíveis candidatos a vice-prefeito na chapa da prefeita Sheila Lemos: Aloísio Alan Fernandes (médico, presidente municipal do Republicanos); Ivan Cordeiro (vereador do PTB e ex-candidato a deputado federal); João César Guimarães Nogueira (empresário); Lucas Batista (coordenador do Deserg); Luís Carlos Dudé (vereador e ex-presidente da Câmara Municipal) e Vinicius Rodrigues (médico e secretário municipal de Saúde).

Não se fala em nomes de vice para Lúcia Rocha. É que ela está forte, muito bem colocada nas pesquisas, mas nem os mais famosos radialistas e blogueiros nem o PIB conquistense a acolheram ainda. Aí ninguém se oferece para ser vice. E ela, que aos 70 anos de vida e 31 de política já teria aprendido as mineirices desse teatro, estaria comendo pelas beiradas – e calada, como se diz. Ou porque, hoje mesmo, dia 9 de novembro, fontes seguras garantem que ela entregou ao governador Jerônimo Rodrigues (PT), como presente, no aniversário da cidade, a renúncia da sua pré-candidatura.

Já no grupo Reage Conquista, com cinco pré-candidatos em um corrida interna para definir qual deles é o mais forte para ser o escolhido para encabeçar a chapa, o vice natural será o segundo dentre eles nas pesquisas. Fazem parte do movimento, David Salomão, advogado, ex-vereador e ex-candidato a deputado federal no ano passado, pelo Podemos; Edilson Gusmão, irmão do ex-prefeito Herzem, falecido em março de 2021; Marcos Adriano, advogado, especialista em gestão municipal, filiado ao PDT; Romilson Filho, presidente do PP municipal, empresário e ex-candidato a prefeito em 2020; e Washington Rodrigues, também advogado, radialista e apresentado pelo PL como pré-candidato.

O pré-candidato do PT a prefeito de Vitória da Conquista, Waldenor Pereira, já disse que a sua chapa para concorrer ao cargo hoje ocupado pela prefeita Sheila Lemos (União) deve ser anunciada em março do ano que vem. No caso dele, não há muitos nomes cogitados, além da vereadora Lúcia Rocha (MDB), primeiro lugar em todas as pesquisas de intenção de voto. Ela disse que não quer ser vice. Aqui e ali fala-se até em uma chapa puro sangue, com nomes que vão da vereadora Márcia Viviane ao ex-prefeito e deputado estadual, Zé Raimundo.

Há os que defendam que, não sendo Lúcia a candidata a vice, Waldenor deve procurar um nome de centro direita, de preferência com perfil evangélico e do ramo empresarial. Nessa perspectiva o Avante, presidido em Vitória da Conquista pelo ex-vice-prefeito Gilzete Moreira e na Bahia e na Bahia pelo empresário Ronaldo Carleto, se encaixaria bem. Assim como o Podemos, que incorporou o antigo Partido Social Cristão (PSC), que elegeu o vereador Nildo Freitas em 2020.

Pelo lado da prefeita Sheila Lemos, pelo menos meia dúzia de interessados na vice. Uns já se apresentaram, outros negam. Alguns são sugeridos por terceiros. Ou seja, o nome para vice não é a dificuldade para Sheila. A quantidade de interessados ou indicados demonstra, logo de cara, que a prefeita está bem de grupo. E ainda aponta para uma expectativa positiva em relação a sua força na disputa. Há duas explicações para isso.

1. Sheila tem o trunfo do empréstimo da Caixa, chamado de Finisa 3, que pode ser liberado ainda este mês e lhe dar a oportunidade de realizar as obras que podem colocá-la à frentes dos demais candidatos, isso acende o desejo de quem sonha ser vice; 2. O vice de Sheila teria uma expectativa a mais que os vices dos demais pré-candidatos, Lúcia Rocha (MDB) e Waldenor: no caso de vitória da chapa, a assunção ao cargo titular de prefeito(a) ocorreria já em abril, na hipótese de Sheila sair para candidatar-se a deputada. Com os demais, isso levaria mais tempo, talvez seis ou oito anos.

Waldenor vai esperar março chegar. Sheila já tem opção suficiente para fazer uma prévia, mas deve estar esperando o nome ideal, que coincida com os planos e os sentimentos dela. É provável que passe de março. O histórico criado por Herzem foi esse. A mãe dela foi anunciada no final junho de 2016 e ela em agosto de 2020 (isso em razão da pandemia da Covid-19, que empurrou o calendário eleitoral para dois meses depois do normal).

No grupo de pré-candidatos mais conservadores, que se apresentam como a direita verdadeira, os candidatos a prefeito e a vice serão escolhidos dentro do grupo, a depender do crescimento que cada um.

Lúcia, ah, não… Resta saber se, realmente, ela antecipou em quatro meses o anúncio que Waldenor faria ao fechar do verão.

Diz-se que, no caso do PT não se fala mais em vice. Na foto: Waldenor, de camisa listrada; Fabrício Falcão, Jerônimo Rodrigues e Lúcia Rocha comemoram entendimento pela união

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