Câmara de Vereadores quer mobilizar comunidade pela criação de um hospital universitário da Ufba em Vitória da Conquista


Proposta defendida pelo presidente da Casa, Ivan Cordeiro (PL), que até fez indicação da obra ao presidente Luiz Inácio Lula da silva, a criação de um hospital universitário da Universidade Federal da Bahia (Ufba) em Vitória da Conquista deve ser objeto de uma campanha de mobilização da Câmara Municipal.
O primeiro evento público neste sentido deve ser a realização de uma audiência pública, solicitada por Ivan e por Diogo Azevedo (União Brasil) e Fernando Jacaré (PT), prevista para o início de setembro, no campus Anísio Teixeira, com data a ser confirmada.
O projeto do hospital universitário é considerado estratégico, por unir ensino, pesquisa e assistência à saúde. A construção do hospital, que funcionará como hospital de referência regional, vai ampliar a prestação de serviços à população, aumentando as opções de atendimento na cidade, que já um polo regional de saúde, e deve ajudar na formação de estudantes de Medicina e de outros cursos da área de saúde, como Enfermagem, Fisioterapia, Psicologia e Nutrição, oferecendo prática supervisionada de qualidade e preparando profissionais para atuar na rede pública.
Para Ivan Cordeiro, a construção de um hospital universitário em Vitória da Conquista transcende a simples expansão de uma estrutura física. “Trata-se de um projeto estratégico e transformador, que une três pilares essenciais: ensino, pesquisa e assistência à saúde. A audiência pública é o instrumento democrático adequado para que a sociedade participe ativamente dessa discussão e contribua para legitimar a importância do hospital para Vitória da Conquista e a região Sudoeste da Bahia”, destacou o presidente do legislativo conquistense.
Segundo o requerimento aprovado, a audiência pública permitirá que a sociedade participe do debate, contribuindo para legitimar o projeto e demonstrar sua relevância às autoridades políticas. O documento reforça que a criação do Hospital Universitário deve ser tratada como uma causa comum, exigindo articulação entre os poderes executivo, legislativo e a sociedade civil organizada.



