Vitória da Conquista dá salto de 54,17% no PIB, volta a ser a quinta economia da Bahia e sobe dez posições em PIB per capita



Vitória da Conquista recuperou a posição de quinta economia do estado, que havia perdido em 2021 para Luís Eduardo Magalhães, que agora é o sexto município mais rico da Bahia. O Produto Interno Bruto (PIB) 2022-2023 de Vitória da Conquista teve um aumento de 54,17% e saltou de R$ 8.215.792,97 para 12.666.570.589. Luís Eduardo Magalhães teve um crescimento de 31,04% e foi de 8.820.648,15 em 2021 para R$ 11.559.024.195,00 segundo o estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ontem (19).
O PIB conquistense foi o que mais cresceu em termos proporcionais entre os 23 municípios com maiores PIBs, formado pelos 18 mais populosos, mais São Francisco do Conde, São Desidério, Candeias, Formosa do Rio Preto e Correntina. Neste grupo, Camaçari, com menos 19,28%, e Candeias, menos 15,67%, tiveram redução. Vitória da Conquista é agora o 4º entre os 18 maiores municípios, uma posição acima de 2021.
Além de ter voltado ao 5º lugar na economia baiana, Vitória da Conquista também deu um salto em relação ao PIB per capita, o indicador econômico que representa a divisão do PIB pelo total de habitantes. Seria o equivalente a quanto seria a parte de cada cidadão na riqueza produzida no município, se o valor fosse repartido por igual.
Em 2021, quando tinha 343.643 habitantes, o PIB per capita era R$ 23.907,93, e o município ocupava a 43ª posição no estado. Os novos dados trazem Vitória da Conquista em 33ª posição, com R$ 34.152,84 de PIB per capita. No grupo dos 18 mais populosos, Conquista está em 12º lugar, era o 13º em 2021.

ESTRATÉGICA E DIVERSA
Ao comentar os novos números do PIB, a prefeita Sheila Lemos (União) destaca que o crescimento de Vitória da Conquista se dá, historicamente, porque se trata de uma cidade estratégica, diversa e um polo regional que conecta desenvolvimento, oportunidades e o futuro. Para ela, o crescimento do PIB de Vitória da Conquista é resultado de investimentos públicos, localização estratégica e diversificação economia.”Conquista não espera o futuro: ela cresce, conecta regiões e lidera o desenvolvimento”, diz a gestora.
“Somos uma metrópole ainda não reconhecida, mas representamos, de fato, duas vastas regiões: sudoeste baiano e norte de Minas Gerais”. A prefeita aponta a localização estratégica, contemplada por rodovias estaduais e federais, a força dos setores de serviço e comércio e o potencial da indústria, além da condição de polo regional de educação e saúde, como fatores de desenvolvimento.
“O turismo também explode com o nosso Plano de Ação Territorial e o Selo Embratur, atraindo investidores. Temos atrações incríveis: o Mirante do Cristo, a Reserva do Poço Escuro, o Orquidário, a Catedral de Flores e a Lagoa das Bateias, além de eventos como Arraiá da Conquista, Festival de Inverno, Suíça Baiana, Moto Rock e Miconquista, que geram empregos”, afirma Sheila.
“Tudo isso, junto com os investimentos que fizeram de Vitória da Conquista a cidade mais segura da Bahia e uma das melhores para se viver no Brasil, sustenta o nosso dinamismo econômico. Estamos no caminho certo e juntos vamos crescer ainda mais, não tenho dúvidas”, afirma a prefeita.



