Servidores da Polícia Civil da região Sudoeste participam de capacitação que inclui Inteligência Artificial aplicada à investigação criminal

Servidores da Polícia Civil da região Sudoeste participam de capacitação que inclui Inteligência Artificial aplicada à investigação criminal

Com foco na capacitação dos servidores, a Academia da Polícia Civil da Bahia (Acadepol) iniciou, nesta segunda-feira (8), cursos de capacitação para integrantes da instituição na região Sudoeste.

O treinamento faz parte do Projeto Acadepol Presente e acontecerá em Vitória da Conquista até a próxima quinta-feira (11), contemplando 18 investigadores e três delegados lotados nas cinco coordenadorias regionais de Polícia do Interior (COORPINs) que compõem a área de atuação da Diretoria Regional de Polícia do Interior (DIRPIN/Sudoeste).

O cronograma de atividades conta com instruções teóricas e práticas, iniciando com treinamento especializado em Atendimento Pré-Hospitalar Tático, com abordagem de técnicas de emergência voltadas para ambientes de combate e locais de alto risco, com foco em salvar vidas antes da chegada do socorro médico especializado.

A capacitação inclui módulos de manuseio e prática de tiro com pistola Glock G22, além de instruções para operador de fuzil Arad 5.56 e fuzil Arad 7. A parte teórica acontece na sede da Dirpin/Sudoeste, e a prática, no Clube de Tiro Elite dos Atiradores, na cidade.

Também em Vitória da Conquista servidores da região Sudoeste, têm acesso ao curso de Inteligência Artificial Aplicada à Investigação Criminal, que começou hoje e prossegue até sexta-feira (12).

O curso tem carga horária de 40 horas, incluindo aulas teóricas e práticas que abordam disciplinas como introdução à inteligência artificial, aplicação da inteligência artificial na investigação criminal, ética e prática investigativa, entre outros temas.

Os participantes estão sendo preparados para o uso de tecnologias de IA nas apurações policiais, em uma adaptação da instituição às novas demandas da segurança pública.

Sobre a iniciativa, o diretor-adjunto da Acadepol, delegado Marcelo Costa Sansão, que esteve na abertura do treinamento, enfatizou a necessidade de compreender a mudança de paradigma do processo investigativo.

“Precisamos entender que a investigação hoje não é somente a coleta de vestígios, de elementos físicos, de provas dependentes da memória humana, mas está muito mais relacionada à filtragem de dados, que é um grande desafio das polícias investigativas do mundo inteiro”, pontuou.

Com reportagem e texto inicial de Thanize Borges / Ascom-PCBA
Fotos: Divulgação

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