Pressionada, Embasa prevê para julho fim do racionamento em Conquista e altera consumo mínimo

Em uma sessão em que a maioria dos vereadores criticou a empresa pelo atraso nos investimentos para a solução do problema da falta de água na cidade, o diretor de Operação do Interior da Embasa, José Ubiratan Cardoso, disse que o racionamento pode ser suspenso em julho, após a conclusão da implantação da adutora do Rio Gaviãozinho, cuja obra está a todo vapor.

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José Ubiratan, da Embasa: racionamento pode acabar em julho

Ubiratan também teve que dar uma resposta às queixas de moradores da periferia, onde a água dificilmente chega, mas os consumidores são obrigados a pagar o consumo mínimo de 10 metros cúbicos por mês. O diretor da Embasa anunciou que o consumo mínimo passará a ser de seis metros cúbicos por mês.

Outra medida anunciada pelo representante da Embasa é o aumento de 10 para 20 carros pipas para atender consumidores urbanos que, eventualmente, não recebam água em casa, principalmente quando o calendário de racionamento faz essa previsão.

José Ubiratan Cardoso voltou a falar no investimento que a Embasa está fazendo para atenuar a crise no abastecimento de água em Vitória da Conquista. Segundo ele, são R$ 10 milhões aplicados na implantação da adutora do Gaviãozinho e na ampliação do sistema de distribuição de água, com estações elevatórias, visando a solução do abastecimento para a região Oeste da cidade. Segundo o diretor da Embasa, com esses recursos o investimento total em Vitória da Conquista passa de R$ 400 milhões, sendo que quase 90% desse total foram aplicados em saneamento básico.

Sobre a retomada da licitação para construção da barragem do Catolé, cancelada no fim de março, o diretor assegurou que a nova concorrência será lançada em duas semanas. Segundo ele, os ajustes técnico-financeiros já foram feitos e a licitação já inclui a Autorização de Início de Obra (AIO), do Governo Federal, o que ajuda a adiantar o processo, estimado em 60 dias após o lançamento do novo edital.

Ubiratan Cardoso afirmou que a Embasa é uma empresa superavitária e não depende de recursos financeiros do Governo Federal.

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