Onde tem gente, buraco; onde não tem, asfalto.




As duas primeiras fotos são de um trecho da Avenida Brasil, no bairro Candeias. Nesta avenida, dos dois lados, há casas e edifícios residenciais, lojas, restaurantes e até igrejas. As outras duas fotos são da Rua Pastor Arthur de Sousa Freire, que passa atrás do Supermercado Santo Antônio, e uma travessa que ainda não tem nome. As duas só são usadas por caminhões que transportam mercadoria para a loja ou, eventualmente, por algum cliente. Nas suas laterais apenas cercas, capim e mato, são terrenos vazios.
A pergunta é: por que as ruas onde não mora ninguém tiveram os buracos tapados e a Avenida Brasil não? Há trechos da rua que estão esburacados há três meses. O Coronel Esmeraldino, secretário de Mobilidade Urbana (e pré-candidato a deputado estadual) e José Antônio Vieira, secretário de Infraestrutura, não passam por ali?
Importante: embora tenham sido vistos equipamentos e pessoal da PMVC atuando nas vias atrás do supermercado, pode não ter sido uma ação oficial. A intenção não é dizer que aqueles trechos não merecem asfalto, é demonstrar o espanto em ver que em outros pontos com maior fluxo de carros e de pessoas, em regiões habitadas, os buracos dominam sem sinal de mudança, por enquanto.


