CIPE Sudoeste (Caesg) passa a usar o georreferenciamento como apoio de inteligência na definição das ações de combate ao crime na região

A Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Sudoeste, antiga CAESG, está utilizando o georreferenciamento na definição de suas ações e acompanhamento de ocorrências. Segundo o comando da companhia, a ferramenta permite melhor direcionar a aplicação das guarnições da companhia, o que melhorará ainda mais os resultados obtidos nas operações policiais desencadeadas.

O Georeferenciamento/Geoprocessamento é mais uma ferramenta de inteligência que utiliza a tecnologia do GPS para o acompanhamento mapeado das ocorrências policiais, dando um extrato simples e em tempo real, do que se deseja acompanhar. “Faremos com que o índice esforço seja potencializado, a fim de que o índice apreensão também seja aumentado, ou seja, com a aplicação da nova ferramenta, teremos um menor esforço desprendido, com um resultado de apreensões ainda maior”, comemora o major Edson Mascarenhas, comandante da CAESG.

Georreferenciamento 1Segundo a companhia, a tecnologia, que está em fase experimental, é aplicada de forma pioneira na região Sudoeste e não se limitará apenas ao acompanhamento das ocorrências de tráfico, mas também de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), que compreende homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte, e ataques a bancos. “O mapeamento nos dá o suporte para acompanhar, através dos dados estatísticos, os locais com maior probabilidade de ocorrência”, disse o major.

Com o acompanhamento do tráfico de drogas com o Geoprocessamento, a Unidade Especializada buscará não só o combate ao tráfico propriamente dito, mas também aos crimes intencionais contra a vida, o que aumentará a sensação de segurança da sociedade.

 

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