Homicídio na Santa Marta | Polícia apura se seguranças de festa ficaram com a arma do crime

Depois de ouvir Osvaldo de Oliveira Dias, 26 anos, assassino confesso de Rodrigo Santos Lopes,  21 anos, ocorrido durante uma festa no Assentamento Santa Marta, em Vitória da Conquista, a Polícia Civil está apurando a razão pela qual os seguranças da festa o liberaram depois de tê-lo sob controle, após o crime. Os seguranças teriam ficado com a arma usada para matar Rodrigo, segundo o próprio Osvaldo, que se apresentou hoje à polícia e foi indiciado em inquérito, mas não ficou preso.

Em boletim divulgado esta tarde, a Delegacia de Homicídios informa que chamou a atenção o fato de os seguranças terem conseguido imobilizar o autor do crime e, segundo depoimento de testemunhas e do próprio Osvaldo, subtrairam sua arma e o deixaram escapar. O fato é considerado extremamente grave pela polícia e será apurado rigorosamente pela DH, informa o boletim.

Os  seguranças já foram identificados por investigadores da delegacia e são conhecidos como Lucas Ferrari, Isaac Ferreira e um terceiro de prenome Cleysson. Por meio de uma denúncia anônima a Polícia Civil ficou sabendo que os três homens não possuem curso de vigilantes para atuarem como segurança privada em festas, se apresentam como policiais militares e subtraem armas de fogo de populares, entre outras arbitrariedades que serão apuradas em procedimento próprio, assim que vítimas compareçam para denunciá-los.

A Polícia Civil aguardou que os seguranças se apresentassem na tarde desta sexta-feira na delegacia, para prestar declarações e informar o paradeiro da arma usada por Osvaldo para matar Rodrigo, mas eles não compareceram


FOTO DESTAQUE: APENAS ILUSTRATIVA, NÃO É A ARMA DO CRIME


 

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