Prefeitura não registra maiores problemas com chuvas e comemora ausência de danos onde houve obras recentemente

Prefeitura não registra maiores problemas com chuvas e comemora ausência de danos onde houve obras recentemente

Já choveu quase 90mm em Vitória da Conquista, desde sexta-feira (22). A maior parte da precipitação foi entre ontem e hoje (24). Segundo a Prefeitura, 6h30 da manhã os medidores da cidades registraram uma média de 70,39 milímetros de água. A previsão é de que ainda chova até meia-noite.

De acordo com Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), este mês, até este domingo, 16h00, já choveu 183 mm em Vitória da Conquista, o que representa 144% da média normal para o mês.

Mesmo com tanta chuva, não houve muitas ocorrências de problemas. Em matéria publicada no site oficial, a Prefeitura informa que só hoje recebeu os primeiros chamados de alagamento em residências, ocorridos no loteamento Vila Elisa e no povoado de Itapirema, além de erosão com deslocamento de terra no bairro Jurema, entre as avenidas Bartolomeu de Gusmão e Juracy Magalhães, onde um galpão que teve uma parte da parede caída.

No início da manhã, técnicos da Secretaria Municipal de Infraestrutura Urbana (Seinfra) vistoriaram a bacia de contenção e as ruas do loteamento Panorama; a Rua Rio de Janeiro, no Comveima I, e ruas do Bateias II. Em nenhum desses locais houve registro de problemas por causa da chuva. Já na Avenida Filipinas, no loteamento Leblon, houve represamento de água em frente a uma escola.

De acordo com divulgação feita pela Secretaria Municipal de Comunicação (Secom), locais que costumavam ter problemas estruturais como Panorama e Bateias 2 não tiveram ocorrências séria, graças às obras de drenagem e pavimentação realizadas pela Prefeitura recentemente.

A boa notícia se estende à zona rural, onde, segundo a prefeita Sheila Lemos (União), a administração municipal aprendeu com a experiência de chuvas anteriores e pôde prevenir e evitar maiores estragos. “Nós fizemos ações de prevenção para resolver ou minimizar os impactos que vivenciamos antes, a exemplo das estradas da zona rural, que ficavam interditadas, e hoje não acontece mais isso, porque melhoramos as vias e criamos rotas alternativas”, explicou Sheila.

FOTO DESTAQUE: BLOG DO ANDERSON | DEMAIS FOTOS: SECOM/PMVC

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