Covid-19, lembra dela? Não acabou. Em Vitória da Conquista foram 338 casos, com oito mortos este ano; vacinação continua
O primeiro caso de Covid-19 de morador de Vitória da Conquista foi registrado no dia 31 de março de 2020. A primeira morte pela doença foi manhã do de 13 de abril, no Hospital São Vicente. Quase 45 meses depois do primeiro caso, pessoas continuam sendo contaminadas pelas diversas variantes do coronavírus e a cidade soma 52.745 casos acumulados, com 769 mortes no período.
Os números são do no painel on-line do Ministério da Saúde, a partir de informações oficiais (fonte única e exclusiva) repassadas pelas secretarias estaduais de Saúde das 27 unidades federativas, atualizados semanalmente, todas as quintas-feiras.
Hoje (12), o painel traz os dados da 49ª semana epidemiológica, correspondente ao período de 29 de novembro a 7 de dezembro, quando foram confirmados quatro novos casos. Este ano, 338 pessoas adoeceram de Covid-19 e oito morreram.
Os números nem chegam perto daqueles que apavoraram a população durante a pandemia, que foi de 11 de março de 2020 a 5 de maio de 2023. No dia 15 de maio, segundo boletim da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), Vitória da Conquista contava 52.259 casos confirmados e 756 mortes. Desde então, foram registrados 486 casos a mais e 13 óbitos.
VACINA
O alívio veio com a vacina, reconhecida mundialmente como a única medida eficaz para combater o coronavírus. E ela continua disponível nas unidades de saúde do município. Esta semana, a Sesab distribuiu para os municípios 65 mil doses do imunizante indiano Serum, que já é aplicado em países como Estados Unidos e Reino Unido e será distribuído pela primeira vez no Brasil.
Aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), sendo a mais atualizada, seguindo recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), a Serum tem vantagens no comparativo com outros imunizantes, a exemplo do maior prazo de validade, além de protocolos mais simples de transporte e conservação.
O imunizante indiano foi comprado pelo Governo Federal em um leilão de 69 milhões de doses, garantindo estoque por dois anos. As entregas serão realizadas pelo MS de acordo com a procura da população. A previsão é distribuir 5 milhões de doses até o fim deste ano.



