Duas pessoas morreram de Covid-19 em Vitória da Conquista este ano; cidade teve 22 casos confirmados. Vacinação prossegue
Em 2024, Vitória da Conquista registrou 26 casos de Covid-19, com cinco mortes. Já em 2025, só no mês de janeiro, já foram dois óbitos e 22 casos. Até esta terça-feira (4), sete pessoas foram internadas por Covid-19 no município. No total, foram 570 casos suspeitos da doença.
Os dados são compilados do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (fornecidos pela Prefeitura), da Plataforma Integrada de Vigilância em Saúde (do Ministério da Saúde) e do Portal Transparência do Registro Civil (da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais/Arpen Brasil).
Dos óbitos confirmados, o primeiro deste ano ocorreu em 6 de janeiro. O paciente de 55 anos, do sexo masculino, tagabista, foi internado em 22 de dezembro de 2024. Ele estava com o esquema vacinal incompleto. O segundo óbito, uma mulher de 55 anos, com diagnóstico de câncer de mama metastático, havia tomado a última dose da vacina contra a Covid-19 em 2022. Ela foi internada no dia 7 e faleceu no dia 9 de janeiro,
Diante destas informações, a Secretaria Municipal de Saúde reforça a importância de manter o esquema vacinal para a Covid atualizado principalmente para os públicos prioritários, que são crianças de 6 meses a 5 anos de idade, idosos e gestantes.
Vacina
O Ministério da Saúde atualizou o Calendário Nacional de Vacinação, incluindo o imunizante no esquema vacinal de idosos e gestantes, que passa a ser ofertado na rotina das salas de vacina. Em Vitória da Conquista, a vacina está disponível em todas as unidades de saúde para crianças, idosos e gestantes.
Crianças: Três doses para crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade com:
- 1ª dose: aos 6 meses de idade.
- 2ª dose: aos 7 meses de idade, após 4 semanas da 1ª dose.
- 3ª dose: aos 9 meses de idade, após 8 semanas da 2ª dose.
Após os cinco anos de idade, apenas as crianças que fazem parte de grupos prioritários receberão uma dose de reforço. Fazem parte dos grupos prioritários as crianças: imunocomprometidas; com comorbidades e deficiência permanente; indígenas; ribeirinhas; quilombolas; que vivem em instituições de longa permanência e em situação de rua. Esses grupos são os que têm maior risco de desenvolver as formas graves da doença
Gestantes: Uma dose em cada gestação.
Idosos: Duas doses por ano com intervalo de seis meses para pessoas a partir de 60 anos.
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