Com desafio de renovar opções para eleição de 2028, PT conquistense faz eleição interna neste domingo e deve eleger Viviane presidente
Passados nove meses da eleição municipal, em que não conseguiu repetir o desempenho de pleitos anteriores, tendo visto a redução do número de vereadores eleitos de quatro para três, o PT de Vitória da Conquista vai vivenciar uma nova disputa, esta interna, mas considerada decisiva para o futuro do partido, considerando as eleições do ano que vem, quando o diretório municipal pode apresentar quatro candidaturas a deputado, e a definição dos rumos visando à disputa municipal de 2028.
Três pessoas disputam a presidência, a vereador Márcia Viviane Sampaio e os militantes Carlos Ribeiro e Gustavo Costa, com franco favoritismo da primeira, apoiada pelos principais nomes e coletivos (tendências) do partido no município.



Decidiram apoiar a vereadora os coletivos (ou tendências) Resistência Socialista (dos deputados Waldenor e Zé Raimundo), Avante (Guilherme Menezes e Jorge Solla ), Esquerda Popular Socialista/EPS (deputado Valmir Assunção e Beth do MST) e Renova CNB (do vereador Alexandre Xandó).
Disputam com ela a presidência os coletivos Avante (ligado a Marcelino Galo) e Ética Socialista/MCOESO (independente, que tem entre seus quadros o intelectual Herberson Sonkha).
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FUTURO
O PT tem um desafio a longo prazo: apresentar um ou mais nomes viváveis para a disputa da sucessão da prefeita Sheila Lemos (União), em 2028, se nenhum dos três líderes, Guilherme, Waldenor e Zé, pleitear o direito de mais uma candidatura a prefeito. O primeiro Guilherme disputou cinco eleições, o segundo três e Waldenor foi o candidato no ano passado, mas já teria indicado que não deseja concorrer.
Antes, são certas a busca por reeleição de Waldenor e Zé Raimundo e a candidatura de Alexandre Xandó para uma vaga na Assembleia Legislativa. Há informações de que Viviane também tentará a eleição de deputada de estadual, ela foi candidata em 2022, quando teve 9.237 votos. Desta vez, contudo, conforme comentam fontes petistas, isso pode depender da condução partidária, como presidente.


