Guia do eleitor | Veja os números dos candidatos a deputado mais ligados a Vitória da Conquista, com outros dados importantes para sua melhor análise


Na véspera da votação deste domingo (4), o BLOG DE GIORLANDO LIMA reúne em um só guia 27 candidatos a deputado que entram no radar do eleitor de Vitória da Conquista. Veja abaixo. São 14 nomes para a Câmara dos Deputados e 13 para a Assembleia Legislativa da Bahia. Além da foto e do número de urna, o levantamento mostra partido, eleições anteriores, patrimônio declarado, apoio público para governador e presidente e a origem do dinheiro recebido pelas campanhas. O primeiro turno começa às 8h e termina às 17h00, pelo horário de Brasília.
Para deputado federal, estão no guia Dr. Augusto Cândido (Novo), 3066; Capitão Luis Vasconcelos (União), 4480; Carlos Muniz (PSDB), 4500; Kiribamba (Avante), 7007; Delegada Gabriela (PV), 4300; Diogo Azevêdo (PSDB), 4550; Dr. Igor (Rede), 1888; Coronel Esmeraldino (PSDB), 4512; Igor Novaes (Missão), 1444; Jorge Solla (PT), 1313; Lúcia Rocha (MDB), 1588; Natan da Carroceria (PSDB), 4554; Pastor Sérgio Emílio (PSOL), 5013; e Waldenor (PT), 1322.
Na disputa para deputado estadual, o levantamento inclui Doutora Lara (Republicanos), 10022; Dr. Marcos Adriano (PDT), 12999; Eliana Sertão (MDB), 15888; Fabrício (PCdoB), 65333; Glauber Magalhães (PSDB), 45789; Isaac Nolasco (Missão), 14444; Luzinete Oliveira (PSB), 40188; Quinho (PSD), 55455; Tiago Correia (PSDB), 45556; Tina Araújo (PL), 22033; Vítor Azevedo (Avante), 70333; Wagner Alves (União), 44100; e Zé Raimundo (PT), 13222.
O histórico apresentado considera as eleições anteriores localizadas nos registros eleitorais, inclusive disputas para vereador, prefeito, vice-prefeito, deputado estadual e deputado federal.
Dinheiro de campanha
Para permitir a comparação sem misturar origens diferentes, as receitas foram divididas em três grupos principais: recursos repassados por partidos, dinheiro colocado pelo próprio candidato e doações diretas de pessoas físicas. Financiamento coletivo e transferências de outros candidatos aparecem separadamente como “outros”. O critério mantém a classificação formal da prestação de contas: se uma pessoa física aparece como doadora originária de um recurso posteriormente transferido pelo partido, o valor continua registrado como receita partidária, e não como doação direta da pessoa física.
Os valores dos infográficos correspondem ao arquivo de receitas das candidaturas da Bahia gerado pelo TSE na sexta-feira (2). O DivulgaCandContas reúne patrimônio, arrecadação, despesas, doadores e outras informações financeiras das campanhas, que continuam sujeitas a novas atualizações.
Apoios políticos
Para governador e presidente, o critério foi diferente: só foi atribuído apoio quando houve manifestação pública que permitisse identificá-lo, sem presumir uma escolha apenas pela filiação partidária ou pela coligação. Levantamento anterior do BLOG já mostrava, por exemplo, os apoios a Jerônimo Rodrigues (PT), ACM Neto (União) e Lula (PT), ao mesmo tempo em que vários candidatos não expunham uma opção presidencial.
Algumas posições ficaram mais claras durante a campanha. Wagner Alves, que já apoiava ACM Neto, passou a explicitar também o apoio a Flávio Bolsonaro (PL) depois da passagem do presidenciável por Vitória da Conquista. Doutora Lara já mantinha essa vinculação publicamente. Carlos Muniz ficou no campo de ACM Neto após a definição do grupo político comandado pelo pai, o presidente da Câmara de Salvador, Carlos Muniz (PSDB). Nos casos em que não localizamos manifestação pública inequívoca, o guia registra “não identificado”, o que não significa afirmar que o candidato não tenha preferência.


MATÉRIA PRODUZIDA COM APOIO DO CHATGPT, INCLUINDO FOTO DE CAPA E INFOGRÁFICO


