Para falar de Bahia, Pará e Maranhão (e de mim)
Tenho uma ligação muito forte com dois estados além da Bahia: Pará e Maranhão. Nos dois trabalhei várias vezes, por períodos prolongados.
ntre São Luís e Imperatriz, no Maranhão, fiz campanhas políticas, dei consultoria à Secretaria de Comunicação, fui o responsável pela montagem de um jornal (Veja Agora), coordenei programas de rádio e TV institucionais, fui secretário municipal de Comunicação, redator de publicidade e fiz muitos amigos, alguns irmãos, como Chafi Braide, Bruna Lima e Vanusa Cavalcanti, e ainda Paulo Washington, Sérgio Macedo, Marcelo Chalvinsky, Rita Miranda, Simone e Adauto, Tácito Garros, Hostílio Caio, Ricardo Murad, Ildon Marques, Janaíze Meireles.
Em Belém, trabalhei na campanha de Ana Júlia, em 2004, retornei em 2006 e fui um dos responsáveis pelo excelente trabalho que a ajudou a se eleger, indo primeiro a um segundo turno improvável e depois vencendo uma eleição desesperançada. Ainda em 2006, a governadora eleita me convidou para ser o seu coordenador de Comunicação, o que compromissos familiares e o interesse de participar do governo de Jaques Wagner, na Bahia, me impediram de assumir.
Voltei a Belém em junho de 2009, a convite de Paulo Heineck, principal nome na comunicação do governo do estado e um dos próceres da DS do PT no Pará. Fiquei lá até o início de dezembro prestando uma consultoria, que foi suspensa, mais uma vez, por razões familiares muito mais sérias e fortes que as necessidades do governo Ana Júlia. Enquanto fiquei em Belém fiz novos e maravilhosos amigos – como o jornalista João Vital (e seu caráter admirável) e os especialíssimos Carlos Barreto, Érika Morhy, Durval Souza, Regina Lima, Kleber Barros, Meg, Pedro Paulo e Rodrigo Vielas – e consolidei outras amizades, como Carlos Botelho, Chico Cavalcante e Waleiska Fernandes.
Nos dois estados, a minha relação com políticos e com a política foi intenso e, por mais que tente, não consigo me desvencilhar dela. Sou leitor ávido dos blogs e sites jornalísticos do Pará e do Maranhão e sempre falo com gente dos dois estados, especialmente de Belém, por ser mais recente a história. Esse meu envolvimento só é menor que a paixão que tenho pela política baiana.
Essa introdução é para explicar a razão deste blog com meu nome. Ele foi criado no ano passado por engano, mas há erros que vêm para o bem. Ansioso por noticiar, comentar, debater e opinar sobre a política de Maranhão e Pará e constrangido em fazer isso no meu principal blog notasdabahia.com, resolvi dar vida a este blog que estava na incubadora.
Aqui, além de notas e pitacos sobre as campanhas nos dois estados mencionados, principalmente Pará, reproduzirei material do Notas da Bahia e publicarei “coisas minhas”, nada tão biográfico, porém muito relacionadas com a minha atividade profissional, meu dia a dia, minhas opiniões sobre filmes, livros, gente e coisas, enfim, como fazem todos os que mantêm sites ou blogs personalizados.
E com toda a transparência, sinceridade e democracia possível. Os comentários serão bem-vindos e publicados, discordantes ou não, desde que não xinguem a minha mãe ou a mãe de outros, valendo todo o amplo significado e restrições que podem comportar essa regrinha.
Ética e respeito pessoal abrem portas. Valentia as fecha.
Vamos em frente.



Parabéns, Giorlando!!!
Pessoas do teu naipe e com a carga de conhecimento que possuis só têm a favorecer leigos como eu que estão aí, no dia-a-dia, sempre dispostos a aprender mais.
Onde tiro a carteirinha de seguidor do blog??
Abrs,
Pedro Paulo Blanco.
Temos todos o mesmo naipe e o mesmo valor, meu índio amigo. No meu barco sempre há lugar para você. Rememos.