Morreu o assunto | Caso da ‘bala perdida’ que atingiu Prefeitura da Zona Oeste, em Conquista, faz 90 dias

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O estranho caso de uma bala encontrada no interior de uma das salas da chamada Prefeitura da Zona Oeste (PZO), no Espaço Cultural Glauber Rocha, completou três meses nesta sexta-feira (7).O assunto durou cerca de uma semana e depois de render debates da imprensa, envolver a polícia e teorias de conspiração, parece ter caído no esquecimento.

O episódio teve características de literatura policial, narrativa folhetinesca, tons religiosos e até foi atribuído a um atentado político, mas 90 dias depois, nenhuma notícia nova acerca do que aconteceu foi divulgada. Nem da parte da Prefeitura, nem da polícia.

Era uma manhã de quinta-feira quente de março quando, vinda não se sabe de onde, mandada não se sabe por quem, uma bala teria perfurado a parede de PVC do setor de atendimento ao público da PZO. No local, deveria estar um servidor, atendendo à população, mas ele estava na sala ao lado, orando, segundo informação do coordenador da área, Wal Cordeiro. O servidor teria sido salvo por milagre.

Segundo a Secretaria Municipal de Comunicação (Secom), a bala rasgou a parede e caiu sobre uma mesa na parte da manhã daquele dia e só foi encontrada – e guardada – à tarde, mas a divulgação do fato só ocorreu à noite. O servidor que achou a bala viu um buraco na parede, mas passou cerca de dez horas até que a sociedade tomasse conhecimento do que ele viu pela manhã.

No dia seguinte, o respeitado radialista Humberto Pinheiro, em seu editorial no programa Sudoeste Acontece, da Clube FM, disse que a ‘bala perdida’ tinha endereço, seria o instrumento de um atentado político. “A mim, parece que essa é uma atitude de agressão política, porque não se registrou nenhum fato de briga no entorno da prefeitura, do gabinete da Zona Oeste. Na minha avaliação, é um atentado de natureza política, eu não tenho a menor dúvida, ainda que não possa ter aqui provas substanciais que possa embasar o que estou colocando aqui. Mas, eu sou obrigado a admitir que tenha fundo de um atentado de iniciativa política”, disse Pinheiro.

Depois dele, o silêncio. Nem o governo municipal, nem a polícia (em especial a delegada Jaqueline Ferreira, da 2ª Delegacia Territorial, que está à frente das investigações) disseram mais nada. E a ‘bala perdida’, apesar da gravidade que a envolve, depois de cair na mesa de uma sala da Prefeitura da Zona Oeste, em Vitória da Conquista, caiu no esquecimento.


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