Vá até o fim deste texto para receber meus votos de Feliz Natal e meu muito obrigado por me prestigiar lendo o BLOG

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Amanhã é Natal. As pessoas já terão comemorado, trocado presentes, abraçado, sorrido, chorado, enchido a cara de espumante. Alguns rezaram, oraram, falaram em arrependimentos, em serem melhores, porque o Natal é de perdão. É um momento de reflexão, de pensar em uma família pobre fugindo de um rei invejoso, perverso, que mandou matar todos os bebês em Belém e circunvizinhança, depois que a mãe deu à luz um menino em uma manjedoura dentro de um estábulo. Muita gente cita a manjedoura, mas nem todo mundo sabe que é o lugar onde se coloca a comida de animais (bois, vacas, cavalos).

Mas, vamos falar a verdade, o cara do Natal de umas décadas para cá, é aquele barbudo vestido de vermelho, de preferência velho e gordo (não aguentaria entregar tantos presentes nem se fosse apenas no bairro Iracema). Um personagem que adora Coca-Cola e o único estranho que, hoje em dia, pais e mães deixam seus filhos sentarem no colo. Ops, eu disse estranho. Perdoem o engano. O bom velhinho, como chamam, tem até foto nas casas, dizendo bem-vindos logo na entrada. Papai Noel é a figura ostensiva do Natal.

O menino da manjedoura, filho de Maria e José – que nasceu cercado de bichos, mas era tão importante que três reis seguiram uma estrela para lhe levarem presentes – está dentro das pessoas, guardadinho com amor. Falaram dele na missa, disseram o seu nome no culto. Pronto. Depois, foi a festa. E é linda, vamos reconhecer. Não ter como celebrar o Natal, com a família, mesa cheia, árvore europeia com luzinhas coloridas piscando, é deprimente. Eu passei um assim e escrevi sobre as sensações. Disse, à época, que não senti nada. Reli hoje: deprimente, constrangedor. O cara ali, revendo memórias com a TV ligada para não chorar.

A propósito, um tempo depois que publiquei a crônica (foi na madrugada do dia 25 dezembro de 2013, dez anos atrás), recebi uma ligação de alguém que se apresentou como produtor da Record TV, disse que viu a crônica e me convidou para o programa Fala Que Eu Te Escuto, onde eu contaria minha história triste e receberia o apoio de pessoas da Igreja Universal do Reino de Deus e de telespectadores. Eu contaria como foi a minha superação. Me ajudaria e ajudaria outras pessoas. Porém, não era o caso, eu realmente não estava ‘maus’ naquele Natal.

Tem uma coisa bacana nessas épocas, não apenas o Natal, mas em especial no Natal e na véspera da virada de ano. Todo mundo que tem seu número na agenda do celular lhe manda uma mensagem. Depois do Canvas e com a facilidade de pesquisar cartões pré-prontos no Google, as mensagens chegam ilustradas, coloridas, com fotos do emissor, da família dele, sorrindo, para desejar um feliz Natal, que Jesus nos abençoe, que seja tudo festa e paz e alegria e amor, extensivo para o ano que vai chegar. Isso é legal.

A gente pode até não reparar muito no card, que é assim que se chama hoje, cartão já era. As respostas são meio automáticas, uma obrigação social, religiosa, talvez. Mas, alguns nos tocam. Nem tanto pela beleza do cartão ou pelos dizeres. Mas porque a pessoa que enviou é importante para nós. Se faltasse aquela mensagem, as milhares outras poderiam se apagar, teriam pouco efeito. E amamos ama tanta gente, não é verdade?

Você pode até não concordar, mas não é muito verdade que o amor não espera resposta, não exige retribuição. Quá! Qualquer coração fica despedaçado se faltarem a(s) pessoa(s) amada(s) – e não falo aqui de quem compõe a relação amorosa, etc. -, mas dessa gente que adoramos, admiramos, queremos ouvir falar, sorrir junto. Ah, se essa mensagem não chegar no Natal… Aí, sim, justifica um Fala Que Eu Te Escuto.

Para minha sorte, um monte de gente já vem me enviando mensagens e cards desde o início da semana, uma espécie de pré-Natal. E quase todo mundo de quem eu queria receber votos de um Natal feliz já me disse algo assim. Ainda espero mais, claro.

Por alguma razão, desde que o vi pela primeira vez, o tamborzinho é, para mim, o enfeite mais bonito da árvore de Natal

E vou dizer a todo mundo que está na minha lista de WhatsApp a mesma coisa. Sem card, já que não domino nem o Canvas. E vou aproveitar a sorte de ter um blog mais ou menos lido para espalhar esse meu bom sentimento natalino. Quero – mesmo – que hoje seja um dia feliz, com festa, alegria e paz. Tomara que os dois caras do Natal sejam legais com você e sua família, Jesus abençoando e protegendo, permitindo que seus sonhos se realizem e Papai Noel lhe entregando um presente, mesmo que sejam balas doces no sapatinho.

Obrigado pela amizade, meus amigos. Obrigado pela existência e cuidado, minha família. Grato a todos e todas pelo ano. Grato pela leitura que faz crescerem os números do BLOG.

Deus cuide de cada um. Feliz Natal!

Na véspera do ano novo faço outro texto. Se quiser ler o que eu contei naquele dia de 2013, clique aqui. Só aviso que é no estilo biográfico emotivo.

P.S.: Fiz este texto pensando em minha sobrinha Amandinha, que faz aniversário no Natal e vai passar o primeiro, desde que nasceu da minha linda irmã amada Tinha, sem a mãe dela. Isso arranca um pedaço da alegria do Natal. Tinha, presente! Amandinha, amo você.

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