Prefeitura reage a crítica de Jerônimo e aponta culpa do governo do estado no baixo índice de alfabetização em Vitória da Conquista

Prefeitura reage a crítica de Jerônimo e aponta culpa do governo do estado no baixo índice de alfabetização em Vitória da Conquista

Após declaração do governador Jerônimo Rodrigues (PT) de que os números dos municípios de Salvador, Feira de Santana e Vitória da Conquista puxaram para baixo o índice da Bahia no Indicador Criança Alfabetizada, medido pelo Ministério da Educação (MEC), a Prefeitura de Vitória da Conquista “deu o troco”.

Segundo a Secretaria Municipal de Educação (Smed), um dos fatores que podem ter contribuído para que Conquista tenha sido um dos municípios baianos que tiveram queda no indicador “foi a entrega tardia, por parte da Secretaria Estadual de Educação, do material suplementar destinado ao apoio do processo de alfabetização, inviabilizando sua utilização no ano letivo de 2024”.

O Indicador Criança Alfabetizada avalia se estudantes do 2º ano do Ensino Fundamental são capazes de ler palavras, frases e textos curtos; localizar informações explícitas em textos curtos (até seis linhas), como em bilhete, crônica e fragmento de conto infantil; inferir informações em textos que articulam linguagem verbal e não verbal, entre outras habilidades.

Tendo registrado queda de 47,9% de alunos alfabetizados em 2023, para 42,75% no ano passado, longe da meta de 53,11%, Vitória da Conquista ficou na 107ª colocação entre todos os municípios da Bahia e em 13º entre os municípios da microrregião. Dos 18 mais populosos do estado é o 2º, atrás apenas de Porto Seguro.

Edgard Larry, secretário de Educação de Vitória da Conquista

Diante do resultado de Vitória da Conquista, o secretário Edgard Larry, diz que a Smed redobrará os esforços no acompanhamento e na recomposição das aprendizagens, apesar das melhorias já observadas em diversos indicadores. Em matéria publicada no site oficial, o secretário reafirma o compromisso do governo municipal em continuar investindo em formação, monitoramento pedagógico, uso estratégico de dados educacionais e apoio técnico às unidades escolares.

“A superação desses desafios exigirá a mobilização conjunta de toda a Rede Municipal de Ensino, porque precisamos do trabalho colaborativo, da escuta atenta às realidades escolares e da valorização das práticas que realmente fazem a diferença na vida dos estudantes”, disse Edgard Larry.

VERDE: MELHOROU – BRANCO: PIOROU
FONTES: MEC/INEP

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