Estuprador de idosa de São Paulo é preso em Poções, e líderes de facção criminosa carioca em Vitória da Conquista



A Polícia Civil prendeu na tarde de ontem (18), em Poções, um homem de 27 anos investigado por estupro de uma idosa de aproximadamente 70 anos no estado de São Paulo. O crime ocorreu em 2019 e o mandado de prisão preventiva foi expedido em 31 de maio daquele ano, pela comarca da Barra Funda, na capital paulista.
O suspeito foi localizado por equipes da Delegacia Territorial (DT) de Poções, no bairro Bela Vista, após denúncia de importunação sexual contra uma mulher de 30 anos. Durante a checagem da ocorrência, os policiais constataram que havia um mandado de prisão em aberto pelo crime anterior.
Segundo as investigações, após o estupro em São Paulo, o homem fugiu e se escondeu na Bahia, onde vinha residindo desde então. Ele foi conduzido para a unidade policial local, de onde seguirá para o sistema prisional, ficando à disposição da Justiça.

E na manhã desta terça-feira (19), em Vitória da Conquista, a Operação Ouro resultou na prisão de dois integrantes de uma facção do Rio de Janeiro. A ação, que investiga homicídios e tráfico de drogas ligados à organização criminosa carioca, está em andamento e conta com o apoio da Polícia Civil de Pernambuco, onde também são cumpridos mandados judiciais e foram feitas outras duas prisões.
Os capturados em Vitória da Conquista atuariam no núcleo financeiro da facção e um deles possui histórico criminal em outros estados, incluindo roubos a bancos, de acordo com a Polícia Civil. Foram apreendidos dois veículos, um notebook e aparelhos celulares. Além das prisões, as investigações já resultaram no indiciamento de oito pessoas pelos crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
As ações são realizadas por equipes da 8ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE/Vitória da Conquista), com o apoio da Diretoria Regional de Polícia do Interior (Dirpin/Sudoeste), da 10ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Vitória da Conquista) e do Departamento de Repressão e Combate à Corrupção, ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro (Draco).
Com informações de Pedro Moraes e Tony Silva/Ascom PCBA


