“Só não serei candidato se eu morrer. E será pelo PSDB”, afirma Diogo Azevêdo, de saída do União Brasil. “Respondo judicialmente o processo”

“Só não serei candidato se eu morrer. E será pelo PSDB”, afirma Diogo Azevêdo, de saída do União Brasil. “Respondo judicialmente o processo”

O vereador Diogo Azevêdo (União), o mais votado da história de Vitória da Conquista já está na cidade. Foi a Salvador para conversas com a cúpula do PSDB estadual a bordo Piper Seneca de seis lugares do deputado estadual Tiago Correia. Voltou como foi, segundo ele: pré-candidato a deputado federal pelo PSDB, fora do União Brasil, “custe o que custar’.

“Tudo tranquilo”, disse ele a BLOG DE GIORLANDO LIMA sobre o bafafá que criou na política conquistense, com estilhaços nas janelas da campanha de ACM Neto, ao anunciar que sairá do União Brasil para se candidatar pelo PSDB.

Como é tudo tranquilo?

“Tudo mantido como está. Mas deixa rolar aí”

Vai enfrentar, mesmo com o União dando para trás?

“Não vão dar pra trás. Vamos aguardar pra ver”.

Sem dúvida, pré-candidato
?

“Não deixo de ser pré-candidato. Só se eu morrer. No céu não tem como [ser candidato]. Lá serei um anjo”.

Em conversa com o BLOG à tarde, o vereador detalhou o que estava acontecendo em Salvador. Disse que desconhecia o que teria sido conversado pela prefeita Sheila Lemos e a cúpula estadual do União Brasil e não sabia se era verdade que o partido teria negado acordo aprovando a saida dele para ser candidato a deputado federal pelo PSDB de Tiago Correia.

“Não tô sabendo por aqui não. E se o União voltar atrás, eu saio do mesmo jeito. Sem problema nenhum. A pré-candidatura, está mantida”.

O BLOG tem informação de que a sua mudança para o PSDB sem punição foi barrada.

“A gente [ele, Adolfo Viana, presidente do partido tucano e Tiago Correia] aqui não está sabendo. Se eles voltarem atrás, eu vou sair do mesmo jeito. E respondo judicialmente o processo”.

Uma candidatura pelo seu partido atual não tem chance?

“Acho que não terá como. Mas se tiver, posso sair tranquilamente também sair candidato pelo União.

Neste caso, dividiria seu apoio com Wagner e Tiago Correia?

“Se eles decidirem isso, não tenho problema. Mas é uma decisão deles, negociação União e PSDB, dos partidos.

Tiago Correia toparia você no PSDB com apoio aos dois?

“Não o sei. Ele também segue decisão do grupo dele, não decide só. Talvez aceite, se isso for uma negociação”.

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