Conquista foi o 13º entre os maiores municípios na criação de empregos em fevereiro, mas lidera o crescimento nos 12 meses
Com um saldo positivo de 623 postos de trabalho mantidos, Vitória da Conquista foi apenas o sétimo, em termos absolutos, no ranking de novos empregos formais criados em fevereiro, dentre os 18 maiores municípios da Bahia, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego. Em janeiro, o saldo foi de 148.
Quando o critério é percentual, o município conquistense ficou em 13º, com variação de 0,77% comparado ao mês anterior. Por esse mesmo critério, Vitória da Conquista lidera a geração de empregos com carteira assinada entre os municípios mais populosos considerando os últimos 12 meses.

Entre março de 2024 e fevereiro deste ano, com variação de 8,21% ante o período imediatamente anterior, Conquista supera Luís Eduardo Magalhães, em segundo, com 7,71%; Porto Seguro (6,61%); Teixeira de Freitas (6,17%); Simões Filho (5,93%); Feira de Santana (5,78%); Santo Antônio de Jesus (5,44%) e Juazeiro (5,22%), para citar apenas os que tiveram crescimento acima de 5% em um ano.
Se a avaliação for o saldo absoluto, Vitória da Conquista, com 6.185 empregos preservados nos 12 meses, foi o terceiro com melhor resultado entre os 18 maiores municípios do estado, abaixo de Salvador (27.929) e Feira de Santana (7.779). Levando em conta a proporção com a população, Vitória da Conquista fica à frente das duas maiores cidades da Bahia.

No ano, com os números de janeiro e fevereiro, Vitória da Conquista é sexto quando o critério é o saldo positivo, ou o oitavo pelo critério da variação percentual, que mostra o crescimento no total de empregos de carteira assinada no município. Foram 780 empregos mantidos nos total dos dois meses, um crescimento de 0,97%.

Os setores com melhor desempenho em fevereiro foram o de Serviço, com saldo positivo de 282, e Indústria, com saldo positivo de 218 empregos. Comércio, com saldo de 79, e Construção, com 54 completaram o bom resultado. Agropecuária registrou saldo negativo de menos dez empregos.
Em janeiro, Indústria em primeiro e Construção em segundo foram os únicos com saldo positivo. Naquele mês, Comércio (-12), Serviços (-7) e Agropecuária (-3) tiveram desempenho negativo na geração de empregos formais.
No ano, Indústria assume o topo como o setor com mais empregos criados (349), superando Serviço (275. O de Construção, graças aos números de janeiro, fica à frente do de Comércio (96 x 73) e agropecuária segue com saldo negativo (-13).

ESTOQUE É QUANTIDADE DE TRABALHADORES EM CADA SETOR


